domingo, 27 de março de 2011

domingo, 28 de novembro de 2010

Análise SWOT aplicada ao Marketing Pessoal

  Para quem trabalha com Marketing, falar de Análise SWOT (ou F.O.F.A.) não é nada de novo. Além de ser uma metodologia amplamente utilizada para a definição de ações estratégicas e táticas, ela é também uma forma de avaliar constantemente a evolução da empresa no seu posicionamento.

 
  Basicamente, uma análise SWOT compreende a avaliação dos principais Pontos Fortes (Strengths), Pontos Fracos (Weaknesses), Oportunidades (Opportunities) e Ameaças (Threats). Acima de tudo, pressupõe uma capacidade de auto-avaliação e compreensão do cenário corporativo como um todo. Para aprofundar o conhecimento sobre este assunto, recomendamos uma visita à Wikipedia , com bastante informações complementares. 

  A Análise SWOT no domínio da Marca Pessoal, está cada vez mais ligada à nossa atuação nas Redes Sociais.

 

Reputação Digital

 
  Longe vai o tempo em que a nossa Reputação se baseava apenas no nosso trabalho, nos resultados conseguidos e no Curriculo que contruimos ao longo da vida profissional. Estes continuam a ser vetores fundamentais desse processo, mas cada vez mais o que fazemos na internet, o que postamos no Twitter, o que comentamos em Blogs e sites de notícias, enfim, o que fazemos nesse Mundo influencia diretamente nessa imagem. E os recrutadores estão bem conscientes disso.

 

O SWOT aplicado à Marca Pessoal


 Um dos pilares para a construção de uma Marca Pessoal é a elaboração de um perfil completo nas diversas redes sociais voltadas para o netwoking profissional. É sobretudo neste aspecto que a Análise SWOT é útil, devendo ser usada na preparação do Resumo Profissional e na definição de Objetivos para a presença nessas redes. Só assim se consegue assegurar uma Coerência entre o que se escreve e o que se faz na vida real.

   Seguindo a mesma linha do que é feito para empresas, a avaliação em torno da nossa Marca Pessoal incide sobre essas quatro dimensões, com reflexões especificas para cada uma delas:

 

Forças:


- No que você é excelente?
- No que você se destaca?
- No que você melhorou?

 

Oportunidades:


- Para onde caminha o seu Futuro Profissional?
- Que oportunidades enxerga para uma pessoa com as suas características?
- Qual o investimento pessoal que precisa ser feito para aproveitar essas oportinidades?

 

Fraquezas


- Quais os aspectos pessoais e profissionais em que pode melhorar?
- Quais as competências que lhe faltam para evoluir profissionalmente?
- Onde e porquê ocorreram as suas falhas e insucessos?

 

Ameaças


- Qual a Concorrência que você tem?
- Quais os fatores que condicionam o seu crescimento?
- Quais os cenários profissionais que podem afetar o seu desenvolvimento?


  O grau de franqueza com que respondemos a estas questões é diretamente proporcional ao crescimento que podemos obter do trabalho que se segue. Aproveitar ao máximo os Pontos Fortes, corrigir as Faquezas, transformar Ameças em Oportunidades e aproveitas as que já existem só está ao alcance de quem prima por valores como Honestidade, Humildade, Altruísmo e Dedicação.
 
  Não acredita? Então fica o desafio: aplique esta metodologia, transforme as respostas em objetivos, e transponha isso no seu perfil do LinkedIn, Via6, Plaxo e outras.
 
  E seja paciente.

domingo, 21 de novembro de 2010

TEDX Porto Alegre

 
  Finalmente!

   Foi no dia 13/11 no teatro São Pedro. Palestrantes apaixonados, platéia inspirada e voluntários dedicados fizeram a primeira edição de um TEDX em Porto Alegre.

 

 

O que é TEDx

 

  No espírito das ideias que merecem ser espalhadas, o TED criou o programa chamado TEDx. O TEDx é um programa de eventos locais, e organizados de forma independente, que reúne pessoas para dividir uma experiência ao estilo TED.
Sobre o TED

  TED é uma organização sem fins lucrativos devotada a “Ideias Que Merecem Ser Espalhadas”. Começando como uma conferência de quatro dias na Califórnia há 25 anos, o TED tem crescido para apoiar estas ideias que mudam o mundo com iniciativas múltiplas. A Conferência TED anual convida os maiores pensadores e ativistas do mundo para falarem por 18 minutos. Suas falas são disponibilizadas gratuitamente no site TED.com. Entre alguns dos palestrantes do TED estão Bill Gates, Al Gore, Jane Goodall, Elizabeth Gilbert, Sir Richard Branson, Nandan Nilekani, Philippe Starck, Ngozi Okonjo-Iweala, Isabel Allende e o Primeiro Ministro Britânico Gordon Brown. A Conferência TED anual acontece em Long Beach, Califórnia, com transmissão direta em Palm Springs; o TEDGlobal acontece a cada ano em Oxford, Reino Unido. As iniciativas de mídia do TED incluem o TED.com, onde novos TEDTalks são colocados no ar diariamente, e o Open Project, que oferece legendas e transcrições interativas, tal como a possibilidade de qualquer TEDTalk ser traduzido por voluntários do mundo inteiro. O TED também criou o TEDPrize anual, onde pessoas com um desejo de mudar o mundo tem a oportunidade de colocarem seus sonhos em ação; o TEDx, que oferece a pessoas ou grupos uma forma de sediar eventos locais e auto-organizados através do mundo, e o programa TEDFellows, ajudando inovadores que transformam o mundo a se tornarem parte da comunidade TED e, com a ajuda de tal comunidade, ampliar o impacto de seus notáveis projetos e atividades.

  Para acessar o blog do evento clique aqui


sábado, 20 de novembro de 2010

Dan Cobley: O que a Física me ensinou sobre 'Marketing'

  Física e ‘Marketing’ não parecem ter muito em comum, mas Dan Cobley é apaixonado por ambos. Ele reúne estes improváveis companheiros sob a ótica da segunda Lei de Newton, do Princípio da Incerteza de Heisenberg, do Método Científico, bem como da segunda Lei da Termodinâmica, para explicar as teorias fundamentais de construção de uma marca. Para ver o video na integra clique aqui .

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

De onde vêm as ideias?

Blog Mochileiro Corporativo
Você S/A - 09 nov 2010

  Como você tem ideias? Qual é o seu processo para gerar ideias? Qual hora do dia você trabalha melhor com suas ideias? Qual foi a última vez que você fez algo pela primeira vez? Que critérios você usa normalmente para avaliar suas ideias? Qual a sua melhor estratégia para aplicar as idéias? Como as suas ideias inspiram produtos e serviços melhores para sua empresa? As respostas a essas perguntas podem nos levar ao tão almejado Processo Criativo.

  Pare agora a leitura do texto e pense na última ideia que você gerou e implementou. Quais foram as etapas? Onde você estava e o que estava fazendo quando teve o “click criativo” ou o inconfundível “A-HA!”? Quais indicadores você usou para garantir que a ideia fosse viável? Como você colocou a ideia em prática? O que você descobriu no final da estória?

  Diante do desafio de desenvolver um conceito ou resolver um problema, cada indivíduo tem um “jeito próprio” de chegar a uma conclusão e/ou solução, mas acredito que é possível mapear um processo criativo com etapas comuns, que permitam conhecer e otimizar nossa forma de trabalhar com as ideias. Roger Von Oech, CEO da Creative Think – empresa especializada em estimular a criatividade e a inovação para o mundo dos negócios – em seu livro “Um chute na rotina”, da Cultura Editores Associados, apresenta quatro etapas do processo criativo:

EXPLORADOR + ARTISTA + JUIZ + GUERREIRO.

Explorador representa o momento que procuramos as ideias. Se olharmos sempre nos lugares sabidos, encontraremos sempre o mesmo. O importante nessa fase é incentivar o olhar a partir de novos pontos de vista e procurar matéria-prima para gerar novas ideias.

Artista é hora de usar a imaginação, adiar o julgamento e incentivar o bom humor. O exercício é transformar as informações em novas ideias. Use metáforas, associações, analogias, conexões. Por que não? E se… .

Juiz irá avaliar cada ideia. Sua função é examinar a criação do artista e decidir o que fazer com ela: realizá-la, modificá-la ou descartá-la. Este é o momento oportuno? Critérios: impacto, urgência, recursos e implementação.

Guerreiro colocará as ideias em prática. Do planejamento à execução. É necessário a convicção que é possível fazer acontecer. Saber e não fazer, ainda é não saber. Passe do dito ao feito.

  O processo criativo não é uma sequência linear de passos, mas um círculo em contínuo movimento. Uma das tarefas do Guerreiro é “ligar as duas pontas”, ou seja, informar aos outros personagens o que funciona e o que não funciona e quais as possibilidades de implementação.

Nova geração muda a cara do mercado de trabalho brasileiro

Jornal Hoje - Rede Globo
Edição do dia 15/11/2010
15/11/2010 13h57 - Atualizado em 15/11/2010 13h57

  A chamada geração Y, jovens entre 20 e 30 anos, é imediatista, gosta de tecnologia e não abre mão de um bom ambiente no emprego. Esses novos profissionais estão mudando a forma de trabalhar em muitas empresas.


  Os jovens que estão entrando no mercado de trabalho cresceram cercados por tecnologia. Quando um jogo ou uma etapa acaba, um outro começa.

  JH: O que você deseja quando entra numa empresa?

  “Principalmente desenvolvimento e aprendizado”, declara Ana Carolina, estagiária, 22 anos.
  “A possibilidade de crescimento profissional”, afirma Rubia Polegato, engenheira, 25 anos.
  “Desenvolvimento no médio e curto prazo”, responde Marco Chiara, administrador, 23 anos.
  “Desenvolvimento profissional”, diz Elisa Mota, psicóloga, 23 anos.

  JH: Ninguém aqui leva em conta apenas salário. A empresa tem que oferecer mais do que isso.

  Elisa, Marco e Rubia acabam de deixar a faculdade Ana Carolina ainda é estudante. Todos sonham com um emprego, mas não pode ser qualquer um.

  Uma pesquisa com 35 mil jovens revelou que a empresa dos sonhos precisa oferecer, em primeiro lugar, um bom ambiente de trabalho, seguido de desenvolvimento profissional e qualidade de vida.

  “Essa geração que ficou sozinha em casa, teve que fazer suas atividades lá fora, o judô, a natação, o inglês. Que foi encontrando prazer na escola e nas suas atividades, então quer replicar isso no ambiente de trabalho, não quer só fazer a tarefa, quer ser recompensada não só com dinheiro, mas com esse prazer também”, avalia Maira Habimorad, consultoria especializada em recrutamento e seleção.
 
  Menos da metade dos jovens da pesquisa trabalha fora. Trinta e seis por cento procuram um emprego.       
  “Meus pais me dão um suporte financeiro. E até mesmo dizem: ‘acho que você tem que fazer o que você gosta, deve entrar numa empresa que você se da bem. Não o que aparecer é lucro’”, comenta Rubia Polegato.

  JH: Vocês aceitam trabalhar numa empresa que são obrigados a passar do horário sempre?

  “No começo sim, mas depois, por muito tempo, não!”, diz Rubia.
  “Eu acho que concordo. No principio sim, mas eu acho que começaria a pesar depois”, diz Ana.
  “Sim, desde que houvesse reconhecimento pelo meu trabalho feito”, afirma Marco.

  JH: E o chefe que grita. Vocês aceitariam trabalhar numa empresa assim?

  “É um pouco complicado de lidar com um chefe muito agressivo, que acaba sendo arrogante”, avalia Marco.
  “De jeito nenhum. Eu acho que ninguém tem direito, por mais que seja o meu chefe”, diz Rubia.
  “Também não. Um chefe que ensina, mas não um que grita”, responde Ana.

  JH: Fofoca?

  “Eu acho difícil, talvez trabalharia, mas tentaria lidar de outra maneira”, diz Ana.
  “Trabalharia porque é inevitável”, comenta Rubia.

  JH: Em quanto tempo você esperar atingir o auge da sua carreira?

  “Nós somos realmente uma geração bem imediatista. Eu acho que no momento em que a gente tem esse objetivo claro, a gente já quer alcançar ele de uma vez, atropelando todo o caminho”, comenta Elisa.
  “Eu me formei, tenho a base que eu tenho para conseguir rápido. Lógico, eu não vou atropelar algumas etapas, mas eu quero um reconhecimento rápido. A gente se prepara tanto. Eu não quero ter 50 anos e daí sim atingir meu alvo”, declara Rubia.

  Apesar de toda essa vontade, desse imediatismo, uma dica importante:

  JH: O que eles precisam aprender?
 
  “Que essas coisas levam tempo. Tem que ter paciência. E muitas vezes falta um entendimento de que a base escolar, a base acadêmica não é suficiente para fazer gestão de pessoas, ou para liderar um negócio. Que a experiência é que faz a diferença e isso só vem com o tempo”, comenta a consultora.